Ary dos Santos (pseudônimo de Ari dos Santos Carvalho, Lisboa, 7 de dezembro de 1937 – Lisboa, 18 de janeiro de 1984) foi um poeta, letrista e tradutor português, considerado um dos mais importantes nomes da cultura portuguesa do século XX.
Vida e Obra: Iniciou sua carreira literária no final da década de 1950, publicando poesia com forte teor social e político, em oposição ao regime ditatorial do Estado Novo. A sua obra é marcada pela crítica social, pelo amor à terra e pela defesa dos valores da liberdade e da igualdade.
Letras de Música: Notabilizou-se como letrista, colaborando com alguns dos maiores nomes da música portuguesa, como José Afonso, Carlos do Carmo, Fernando Tordo e Simone de Oliveira. Suas letras, muitas vezes carregadas de simbolismo e crítica social, foram fundamentais para a renovação da canção portuguesa.
Participação no Festival da Canção: Venceu o Festival RTP da Canção por diversas vezes, tendo representado Portugal no Festival Eurovisão da Canção com "E Depois do Adeus" (1974), cantada por Paulo de Carvalho, que se tornou um símbolo da Revolução dos Cravos.
Legado: Ary dos Santos deixou uma vasta obra poética e musical, que continua a inspirar gerações de artistas e a marcar a cultura portuguesa. Sua poesia, combativa e apaixonada, permanece relevante e atual.
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